Quinta-feira, Maio 22, 2008

Rave foda.

Boy de merda.
O carinha de óculos da Oackley na cabeça, colarzinho de bolinhas de madeira de lei, chapéu de seu madruga, sem camisa, calça Diesel e um tênis com mais molas que meu
colchão só poderia ser definido assim.

Rave é foda: a nova micareta.
Pior são esses putos que vão em 3 raves na vida e falam que só vão em PVT.
Nem gostava de música eletrônica, então logo vazei daquele lixo.

“Ei Josiel” eu ouvi, numa doce e incitadora de ereções voz feminina.
Martinha, não a do futebol, era a dona do celestial som.

Dando carona pra angelical morena levemente estrábica (isso, vai tirando sarro mesmo, parece que nunca viu a vesgueira da Liv Tyler), pensamentos que envolviam corpos suados e expressões do Cumpadri Washington não paravam de assolar minha mente.

O problema foi quando Márcio Da Mochila, um daqueles amigos escrotos que nós nem sabemos porque temos. Talvez fosse por sua eterna mochila, que continha as mais preciosas bugigangas.
Se você precisasse de um liquid paper ou um durex numa ilha deserta, Márcio era seu cara.

Mas sua escrotisse não conhecia limites, então fiquei puto, já que não precisava de nenhum dos itens de seu fiel marsúpio.
“Fala” – curto e grosso.
“Porra mano, volta ae pra me pegar cara, to sem carona”.
“Foda-se” – repliquei.
Desliguei, sem Martinha perceber, meu celular.

Martinha recebe então ligação de Dedé, seu ex-namorado ricaço.
Seu nome original era Dênis Santana, mas seu sobrenome, somando com o fato dele ser um inútil barrigudo(como acontece com o Dedé nos filmes do Didi), lhe valeram o apelido.

Ela desligou, falando que não queria interromper nossa conversa.
Vi nesse momento praticamente um “Mission Acomplished” aparecer na minha frente, e parti pra ataque.
Papo vai, papo vem, e a putaria começou.
Mão ali, peitolinha aparecendo aqui, calça com a braguilha aberta.
E a cópula foi consumada.

Mais uma para melhorar o frag do mês.

Terça-feira, Maio 20, 2008

Ei, Jamal...

Jamal estava cansado de todo dia ouvir “Ei, Jamal, pega no meu pé”, fora o fato de acharem que ele era um negão de filme americano do tipo que fala “Damn!!”.
Resolveu acabar com aquilo fazendo academia: você nunca vê o pessoal zuando os fortões da sala.
Mesmo com sua mãe falando que academia só depois dos 18, nosso não-negão americano entrou mesmo assim, falando que ia só perder uns quilinhos na esteira.
A contragosto, a mamãe liberou.
Fez uns meses de hipertrofia, tomou gosto pela coisa e não parou nada. Nem as piadas de que ele tava tomando bomba de búfala o impediram de continuar.
Depois de algum tempo, com todos seus assuntos girando em treinos, dietas protéicas, suplementos, tamanho de braço e BF (body-fat), a piadinha no colégio virou “Ei, Jamal, cadê o seu pé?”.
Mas não na frente dele, porque ele tava enorme.
E ele ficou feliz.

Segunda-feira, Maio 19, 2008

Diário de um putão

De novo aquela merda de SMS dizendo “Me liga, me manda um telegrama ou uma carta de amor”. Tá, nem foi isso, mas esse trecho imbecil de música mostra minha sensação ao lê-la.
Se não bastasse a filha da puta ter pedido 10 conto emprestado, fica com essas viadagem, pra não gastar crédito.
Eu, como não filei a pepeca da safada, não dei à mínima, e continuei secando a Anália, secretária coxuda aqui do escritório, enquanto falava no Web Messenger com duas pervas que tavam na fila pra levarem um bom trato.
Saí do trampo e pedi uma breja pro Zé (que não sei o nome, então chamo assim), e fiquei olhando aquele desfile de fogosas dentro de suas roupas sociais com um botão faltando.
Voltei pra casa, e vi TV.


PS: Post número 100!!

Quinta-feira, Maio 15, 2008

Alimentando o fogo

Nesse um mês desde a última atualização, também vimos bastante a menina que queria voar Izabela (se o nome estiver escrito errado, foda-se, não verei no Google) , e que se deu muito mal nessa história, mas pelo menos recebeu mais atenção do qualquer ex-BBB jamais sonhou.
E os pais da meliante, que não aprenderam regras de utilização de plurais, ficam contaminando a TV com suas vidinhas de merda.

Também tem o caso do Ronaldo, que estava com uns amigos esperando pelo 5° cara pra completar o time de futebol de salão. Mas um deles achou que Ronaldo era Maradona, trouxe pó, e fodeu tudo.

Poderia falar também sobre a preparação para as Olimpíadas de Pequim.
Mas sempre achei Olimpíadas uma bosta, se bem que é melhor do que a programação normal da TV, mesmo com um brasileiro aparecendo nas finais quase nunca.
Só um ou outro nêgo que a galera pagou pau no PAN e que vai ficar em 8° lugar, ou alguma menina X que vai ganhar um ouro e a galera vai idolatrar a safada até mês que vem, quando ela voltará a ser uma zé-ninguém.

Prefiro Copa, muito mais bacana.

Ia falar do Corinthians, jogando com emoção e empurrado por músicas como "Aqui tem um bando de louco" e a nova "Não pára, não pára, não pára". Resta saber se ele vai continuar assim, e acabar com a tristeza da segundona antes do que esperamos.

Mas desencanei.

Pensei até em falar mais de gordas, essas vis e sombrias bolas de banha que assolam a população. Novas variantes, como gordas em cargos de autoridade, foram descobertas.

Nesses dias de mulheres que disputam quem tem o bumbum mais turbinado, o melhor é ficar quieto, vendo fotos do orkut, atualizando blogs e mandando filho da puta tomar no cu.

Bem melhor

Quinta-feira, Abril 10, 2008

Gordas

Cerca de 6 meses atrás, durante uma noite de bebedeira na casa de praia do meu amigo, lá estava eu, todo pomposo e ligeiramente embriagado, jogando o maravilho beat’em up “King of Dragons” de Super Nes, num providencial emulador para PS2.

Enquanto isso, nossos vizinhos, que consistiam em um cara, uma mina bonitinha de nome estranhíssimo e uma gorda, puxaram papo com uma galera da casa e acabaram por adentrar em nosso território.

Como minha namorada estava lá, pouco me importei com a presença de novas fêmeas no pedaço, deixando para meus amigos solteiros disputarem a donzela, enquanto meu personagem dava um cacete em homens-lagarto e orcs.

Papo vai, papo vem, e nisso a galera resolve ir pra praia.
Até hoje ainda não vejo muitos motivos para ir a praia de noite, afinal, não tem lugar pra sentar, não tem luz que permita o carteado, e não tem geladeira.

Eu e meu parceiro de jogo, como estávamos rumo ao último chefão, falamos “Já vamos, peraí”. A gorda, uma garota que além da largura da cintura, era também bem folgada e tentou nos convencer a ir logo pra praia.
Nos controlando para manter a simpatia e não mandá-la tomar no cu gordo dela, fomos gentilmente recusando até que a ousada elefanta resolveu desligar o videogame.

Ali, meu mundo mudou.

Caiu o véu que escondia a escrotisse das gordas por trás de sentimentos como pena e simpatia por sua situação física desprivilegiada.

Desde então, venho reparando na quantidade de gorda fazendo merda por aí, e nesse meu cérebro inútil, analisei e fui vendo padrões para gordas, e assim verifiquei, como fiz com tipos de cocô, que elas podem ser separadas por tipo para melhor estudá-las. Resolvi separar dessa maneira:

- Gorda que não sabe que é gorda: um dos tipos mais repulsivos.
Os motivos que fazem com que ela haja como uma não-gorda são desconhecidos para mim, mas acredito que sejam falta de vergonha, falta de noção de ser gorda, ou a banha já corroeu o cérebro.

Por se acharem pessoas de peso normal, esse tipo de mina acaba xavecando homens que as desprezam, usando roupas curtas que realçam suas belas curvas e fazendo piercing no umbigo, que necessitariam ser do tamanho de uma bola de sinuca para ser notados naquele mar de marshmallow que é sua pança.

Passe longe, e evite falar muito senão ela vai achar que você está afim dela e encostará sua camada lipídica em você ao se aproximar.
Vale lembrar que elas são mentirosas compulsivas, mentindo para si mesmas quando estão numa festa e resolvem comer como as porcas que são, falando coisas como “já comi só salada hoje mesmo”, ou “amanhã eu compenso”, ou quando acham que tomar Coca-Light vai compensar as calorias de seu Big Tasty + Duplo X-Burguer + Batata Grande.


- Gorda Patty:
Na maioria dos casos, uma “evolução” das gordas que não sabem que são gordas, acrescentando o dinheiro. Esse tipo de gorda é mais traiçoeiro, pois elas têm muitas amigas gostosas e a dispensar quando ela te xaveca pode queimar seu filme.
O segredo é não dar oportunidade de aproximação para a Free Willy. Caso isso aconteça, arrume uma comida para distraí-la.
O paraíso dessas gordas é os EUA, principalmente a Disney, onde só tem comida gordurenta e enorme, e elas voltarão reclamando e jogando a culpa na comida de lá, prometendo perder o peso assim que voltam. Mas claro, nunca perdem.
Em geral sua pra caralho por causa da maquiagem e gordura.

- Gorda Gótica/Emo/Punk/etc:
Esse tipo de gorda é facilmente reconhecível, e graças a deus, facilmente evitado.
São gordas que resolvem fazer parte de um grupo “excluído” da sociedade, contra ele. Fazem isso para se enganarem, pensando que são excluídas e rejeitadas por vontade própria, quando na verdade são deixadas de lado pelo simples fato de serem gordas.
Gordas góticas quase sempre estão se embriagando com vinho Chapinha, embora ainda não saiba o motivo disso.

- Gorda de Micareta ou Balada escrota:
Gordas freqüentadoras de eventos com milhares de colegiais e universitários querendo apenas somar número de bocas beijadas.
Como o critério desses freqüentadores é baixo, as gordinhas resolvem usar isso a seu favor e tirar o atraso, mesmo no fundo sabendo que os caras colam nelas só de zueira.

Gorda Orgulhosa:
Quase igual à gorda de micareta, mas com alguma consciência de que só chegam nelas caras querendo ganhar apostas ou ter fama de barangueiro.
Assim, resolvem rejeitar os homens, mesmo que isso resulte numa vida de virgindade, solidão e criação de pássaros.

Gorda Nerd:
Sabendo que nunca serão populares por causa da gordura e de seus queixos múltiplos, resolvem estudar e assim serem alguém na vida. Talvez como birra por serem desprezadas pelos outros, são em geral muito cuzonas, nunca passando cola e fazendo perguntas durante a aula pra mostrar participação.
Sempre que ela levantar a mão, fique zoando pra ela ficar com vergonha e parar com as perguntas estúpidas.

Gorda Goleira:
Por sua falta de locomoção e grande força física, essa gordas desde cedo vão parar no gol. São fortes e em geral bastante bravas, então não tire sarro.
E só.

Gorda de boné:
Não sei explicar tamanha bizarrice, desculpem.

Claro que muitas vezes as gordas se encaixam em mais de um ou nenhum grupo citado. Essa imprevisibilidade que as tornam as obras mais nefastas de Deus.

Apesar disso, existem gordas legais, então não se sinta ofendida. Exceto claro, se for de um dos grupos descritos.

PS: Gordos em geral não são problema, já que podem ser gordinhos engraçados, exceto quando resolvem achar que ser gordo é bom.

Segunda-feira, Março 31, 2008

Cap. 1 - Pais

Incrível o como garoto sabia tão pouco sobre os pais. Detalhes aqui e ali, sobre momentos, mas nunca o suficiente para montar o todo.
Estranho, ser um ignorante total em relação à vida daqueles que são as pessoas mais importantes de sua vida.
Tudo o que ele podia era, com esses fatos desconexos que eu sabia, juntar as peças como num quebra-cabeça.

Seu pai provavelmente era uma daquelas pessoas que não existem em seriados e filmes americanos. Afinal, lá só tem os perdedores e os ultra-fucking populars. E o futuro pai de dois flutuava no limbo entre esses extremos, em uma pacata e pouco habitada cidade do interior.
De um lado, um estudante aplicado, de notas altas. Talvez ele tenha um pensamento muito anos 90 aqui, mas no colégio quase sempre os malandrões são aqueles que sempre ficam de recuperação. Não sei se nessa época ainda viam esforço e aplicação no colégio como qualidades positivas. Prefiria acreditar que sim.
Mas, de seu modo mais reservado, tinha um certo carisma. Talvez fosse a impressão de integridade que passava, atraia muitos amigos, e sendo uma boa pessoa e ainda por cima divertida (uma faceta reservada apenas aos amigos), era de se imaginar não muitos e muitos amigos, mas uma turma apenas com amigos de verdade.
De outro, era um atleta de diversas modalidades. Talvez não fosse bom em todos, mas sua aplicação e esforço lhe davam lugar em todos como aquele 4° jogador do time. Nunca o melhor, nunca o pior.
Talvez assim tenha fugido da sina de ser baixinho como o pai, como recompensa da genética pelo esforço todo.
Além disso, ajudava na padaria de seu pai, o que posso imaginar ser algo bem estafante, já que horários de padaria são conhecidos por desafiarem as leis do sono.
Tínhamos o garoto esforçado do interior, nem rico nem pobre, que além de tudo era filho mais velho de cinco, o que lhe inspirava um espírito protetor.

Anos depois, mudando para a capital, conheceu aquela que viria a se tornar a mulher da sua vida e mãe de seus filhos. Numa rua, daqueles “flertes” ocasionais, mostrando que o universo trabalha de forma totalmente aleatória.
Ela era pequena, magra e bonita, com brilhantes olhos azuis. Seu jeito despachado e engraçado combinados com sua beleza atraía muitos amigos e também muito pretendentes, a tornando muito popular entre aqueles de seu colégio particular, do cursinho e da faculdade.
Ao contrário de seu futuro esposo, não era aplicada na escola, e sabia pelo menos 10 maneiras de colar nas provas.
Tinha facilidade na área de humanas, ao contrário da previsível área de exatas do rapaz.
Filha de classe média, nada lhe faltava também.
Com seus muitos amigos, viajava e saía. Era acompanhada também pela irmã mais velha, sua melhor amiga.
Talvez com a inveja, habitual nas mulheres, de seus olhos azuis, aprendeu cedo a se defender e a defender aqueles de quem gostava.

Dessa união do esforçado do interior e da popular garota da capital, nasceram dois. Um deles o nosso personagem.

Terça-feira, Março 25, 2008

Mundo de merda

Os últimos tempos andam meio desinteressantes, o que atrapalha muito para aqueles que resolvem escrever sobre cotidiano. Nenhum atentado terrorista, acidente aéreo, desastre natural ou escândalo político digno de nota, a seleção brasileira só tem jogador de países que faziam parte da URSS, o BBB ta no fim, xingar emo tá fora de moda, todos os produtos vêm sem gordura trans e já perdeu a graça chamar as pessoas de “Sr. 01” ou sequer comentar sobre Tropa de Elite.

Ou seja, está tudo uma merda.

Merda.

Taí um bom assunto.

Domingo, voltando de um belo feriado regado a muito W11, rock, mulher (minha namorada) e bebida, voltei com aquela famosa dor de barriga característica daqueles que se embriagaram com a nobre cerveja Itaipava.

Assim que cheguei, corri para o banheiro, já ciente que duas velhas edições de Homem-Aranha me esperavam para serem apreciadas pela 289° vez, seguradas por livro do Harry Potter.

Primeiro veio aquele peido, que chamo de “Peido-Estopim”. Essa tampa de gás aparece para proteger você de qualquer imprevisto, embora caso ele seja liberado ele destampará seu rabinho e deixará aquela freada de bicicleta na sua cueca, pra alegria da sua empregada.

Depois, a avalanche.

Existem várias consistências, mas em situações desse tipo a tendência é variar do “plasma” ao “sprinkler de merda”.

O grande problema desse não-saudável porém aliviador método de evacuar é que, por sua pouca consistência, nossa bundinha fica mais suja e assim, demora mais pra limpar.

Para aliviar um pouco a sujeira, fica aí a dica: dobre um pouco de papel e jogue na privada, fazendo uma pequena “balsa”. Ela evitará respingos, e assim, a sujeira ficará mais concentrada.

Aí entramos no caso da “Sujeira Infinita”, uma sujeira que não importa quantas vezes você passa o papel, ela ainda estará lá, sujando cada vez mais. Talvez uma das piores coisas do mundo, junto com cagar depois do banho.

Sim. De repente você sente aquela vontade incontrolável depois de tomar um banho e deixar sua bundinha reluzindo de tanto brilho e limpeza. O negócio é deixar rolar mesmo. O problema é que, obviamente, estamos ligeiramente molhados, e a natureza já provou que água e papel não combinam, resultando em:

- Papel rasgando e você sujando o dedo.
- Papel se desintegrando e deixando pequenos pedaços no borguinha.
- Você tendo que ser cauteloso para nada acontecer e demorar o dobro do tempo para se limpar.

Voltando ao nosso amado e adorado cocô, vemos que mesmo quando em sua consistência mais rígida e sem sofrer os efeitos colaterais de uma boa bebida, ele ainda prega peças na gente, variando em tamanhos e formatos.

Com minhas andanças e cagadas por aí, consegui identificar alguns padrões, os qual classifiquei dessa maneira:

- Fantasma: Também conhecido como Cocô David Coperfield. Você sente o toroço saindo, faz força, e quando vai admirar sua obra de arte, não encontra nada!!! Você até dá uma inclinadinha na cabeça pra tentar ver, mas apenas o véu da noiva formado pelo papel está ali.

- Shuriken: De forma mais simples, é aquele que rasga seu cu. Você faz força, quase chora e ele sai abrindo caminho com seus espinhos e irregularidades. Sempre é bom conferir o papel para ter certeza de que nenhum sangue saiu e as pregas continuam intactas.

- Nhoque: As famosas bolinhas que, ao contrário dos outros supracitados, não ferem nem causam espanto. Comum no gênero feminino.

- Toco Rígido: O nome diz tudo. Um charutão saindo limpamente. Por vezes, graças a seu tamanho avantajado, somos obrigados a fazer uma guilhotina anal para cortá-lo ou dar uma reboladinha para sair o restinho.
Certos homens dizem que, ao sair o charuto não causa danos e até causa um certo prazer, deve ser prazeroso também um charuto no sentido inverso. Caso isso aconteça, saiba que tal indivíduo é simplesmente um homossexual.

No momento só consigo me lembrar desses e os da bebedeira. Se souber de mais algum, poste aí nos comments para enriquecer nossas conversas de bar. Com amplo conhecimento em escatologia, você com certeza será bem cotado entre seus companheiros de cerveja.

Já passa da 1h da manhã e estou de saco cheio, então acho que vou dar uma cagada e dormir.

Abraços a todos.